terça-feira, 19 de agosto de 2008

O Racismo Marxista

Karl Marx é o herói de grande parte dos nossos líderes políticos, sindicais e de organizações de direitos humanos, além de muitos que se auto-declaram como intelectuais - e alguns bobalhões que fazem parte da massa de manobra de todos estes "burgueses", como eles gostam de dizer, travestidos de esquerdistas.

É fácil ser marxista quando não se leu os escritos deste senhor, que, após a falência de sua família aristocrática, foi sustentado por Engels, outro aristocrata: a maioria das pessoas influenciadas pela sua doutrina crê que suas predições sobre a falência do que ele chamou de capitalismo - o livre mercado - são corretíssimas.

O que a maioria, porém, não sabe é que Marx era extremamente racista e anti-semita. Ele, por exemplo, não gostava dos mexicanos. Quando da anexação da Califórnia, após a guerra entre México e EUA, Marx escreveu que "sem violência, nada é conseguido na História." E disse ainda: "É um infortúnio que a magnífica Califórnia tenha sido tomada dos preguiçosos mexicanos que sequer sabem o que fazer com ela?"

Friedrich Engels, co-autor do "
Manifesto Comunista" disse ainda: "Na América, nós testemunhamos a conquista do México e nos regozijamos com isto. É de interesse de seu próprio desenvolvimento que o México seja colocado sob a tutela dos Estados Unidos." Muitas das idéias de Marx podem ser encontradas no livro "Karl Marx, Racista" (1979), de Nathaniel Weyl, um ex-comunista.

Numa carta para Engels, em julho de 1862, Marx escreveu sobre seu competidor político, Ferdinand Lassale: "... é agora completamente claro para mim, como provado por sua formação craniana e por seu cabelo, que ele descende de negros do Egito, assumindo que sua mãe ou sua avó não cruzaram com um preto. Agora, esta união de judeu e alemão com a substância negra básica produziu um produto peculiar, que, no companheiro, é ser como um preto".

Engels compartilhou muito da filosofia racista de Marx. Em 1887, Paul Lafargue, que era genro de Marx, era candidato a uma vaga num distrito de Paris que continha um zoológico. Engels afirmou que Paul devia ter "um oitavo ou um doze-avos de sangue de preto." Em uma carta de abril de 1887 à esposa de Paul, Engels escreveu: "sendo ele um tipo de preto, um grau mais próximo do reino animal do que o resto de nós, é bastante apropriado que represente aquele distrito".

Este são os fundadores da ideologia que os esquerdistas seguem. Não é de estranhar que, em todos os países onde o socialismo adentrou e fez suas conquistas, os movimentos sociais primeiro levassem todos os proletários - independentemente de cor, opção sexual ou religião - a combater a burguesia. Porém, uma vez no poder, aflorava-se a verdadeira intenção: a eliminação daqueles considerados dispensáveis à pureza do regime (negros, gays, pardos, aborígenes, religiosos etc.), quer sob os campos de trabalho forçado, quer sob os extermínios em massa.

6 comentários:

Kelly Braga disse...

No sistema capitalista os grupos minoritários estão melhor? Pessoa como você não se importam com eles, só querem a manutenção do status quo.

Don Lan disse...

Srta Braga, estar melhor é ser explorado pela mais-valia ou oprimido pelo racismo? BEEEP!

E, no entanto, discordo da conclusão do texto. Há as esquerdas mais diversas hoje, de forma que nem mais sabemos o que é esquerda. Quem cita Marx não leu Marx, muito menos as cartas de Engels à sua filha, pelo amor de Deus! Execrem-se os tolos marxistas ordoxos. Mas daí à repudiar toda a esquerda é tolice igualmente.

Mesmo Marx reconhecia que todo historiador é legatário das categorias de estudo e dos prismas de visão do seu tempo. A tolice de ALGUMAS esquerdas e negligenciar isso e tentar aplicar aos dias de hoje um Manifesto à luz de seu tempo.


Grato pela atenção,
Gabriel Landi Fazzio

Laryssa disse...

Realmente muito bom, poucos realmente sabem que Karl era racista. Aprovei a sua conclusão.
Beijos.

Anônimo disse...

Cadê as fontes?

Danilo Braghini disse...

Ignorante, marx diz que é favorável ao México ser conquistado pelos EUA nao por racismo, independente de ele ser ou não racista, mas porque acreditavaque o caminho do socialismo era o desenvolvimento do capitalismo, logo nada

Danilo Braghini disse...

Nada mais favorável do que pular a etapa de desenvolvimento capitalista, se juntando a um pais já em alto grau de desenvolvimento. Agora quanto a ser racista ou não, é muito anacronismo esperar que um homem do séc XIX não tenha sido influenciado pelo darwinismo social, e é mais estúpido ainda tentar usar isso como argumento ao desmerecimento de uma ideologia, como se um esquerdista procura-se os podres de Edmundo B para desmerecer um reacionário, ridículo.